Durante algum tempo fui adiando o que mais gosto de fazer. Tudo porque ainda não encontrei o ponto de luz na sala que me satisfaça e no fundo não quero gastar mais dinheiro em candeeiros que depois vou ter de vender numa
garage sale. Mas comprar e ler livros é mais forte que eu. Assim, acabo por ler na cozinha, o que também não me parece mal (sempre tenho a comida à mão...).

Para além das assinaturas da
Esquire,
Vanity Fair,
New York Times ao domingo e da colecção inteira do
Y: The Last Man, acabei de ler o
The Possibility of an Island, do
Michel Houellebecq. Como sempre fantástico. É de ler o
Houellebecq que cada vez estou mais zangado com a idade e com a ideia de envelhecer,
ehehe.

Comecei a ler o
The Way We´ll Be, do
Jonh Zogby.
Pollster há mais de 30 anos, tenho lido comentários elogiosos ao livro. No fundo, este homem das estatísticas vai dando ferramentas e pistas para o futuro do sonho americano e qual a fundação que o mesmo irá assentar -
living with limits,
embracing diversity,
looking inward e
demanding authenticity. Deixem passar os novos!

Outro que comprei e está em stand-
by para leitura é o
Hot, Flat and Crowded, do Thomas L.
Friedman. Alguns talvez se lembrem do anterior livro dele,
The World is
Flat. Enquanto este último era 90% contexto económico, o
Hot,
Flat e
Crowded agarra muito mais no assunto em ordem do dia -
Green Revolution. Julgo que uma das vantagem desta nova crise económica é a de obrigar as pessoas a romper com dogmas passados e abraçarem novas balizas, novos
guidelines para a sua vida, tal como o
Zogby fala. Vamos ver se não me desiludo com este livro democrata!

Por fim,
Watchmen do
Alan Moore e
Dave Gibbsons! Li este livro em 1993, quando o Ricardo Pessoa me emprestou. Na altura não o compreendi bem, nem sei se o vou compreender agora. Mas como o
filme está a chegar resolvi pegar novamente na BD mais elogiada das últimas décadas.
Já tenho planos para mais uns quantos, mas tenho de dar tempo ao tempo. É que a prol não me deixa descansar...